segunda-feira, 26 de abril de 2010

MASOQUISTA DO AMOR

Sofro em silencio
nesse mundo de lamento.
Atiro-me para morte
Para acabar com o tormento

Prazer, dor...
ódio, amor.

Será possível encontra...
prazer na dor?
Será possível odiar...
e sentir amor?

Lamina fina
desliza devagar.

Desenhando rúnas escarlates,
no pulso a pinga.

Do ódio quero o amor...
do prazer busco a dor.

Masoquista do amor
encontrarei em fim o criador.
Numa banheira de águas frias...
entrando em topo

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